Papo de mulherzinha

Madame é cromossomo XX. Não é vaidosa, mas tem duas ou três bolsas que adora; não tira a manicure da rotina e vira bicho quando arranham o verniz de sua mais nova sapatilha. Madame é também pseudônimo (já descoberto) de uma jornalista em constante mudança. Queria ser correspondente de guerra há 12 anos, no entanto se encantou por lugares mais próximos e um megassistema chamado Internet. Tem crise de identidade, de existência, de ansiedade, de espelho. Surta, chora, arranca os cabelos (esticados à base de escova definitiva a cada três meses, diga-se de passagem). Madame não acredita em sexo frágil até que provem que os homens são capazes de parir sem anestesia e sem desmaios. Mas que fique claro: adora as diferenças do sexo oposto. Seja bem-vindo(a) à Casa da Madame!

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